Uma loja da Vivo em Lambari, no Sul de Minas Gerais, sofreu um ataque com fogo na manhã de quinta-feira (20). Não houve feridos, mas móveis e equipamentos ficaram danificados. A suspeita, uma mulher de 41 anos, deixou o local antes da chegada da polícia.
O caso teria relação com uma disputa pessoal, e não com qualquer problema envolvendo os serviços da operadora. Segundo informações repassadas à Polícia Militar, a mulher procurava especificamente uma das atendentes do estabelecimento.
A Vivo informou que acompanha o caso junto à revenda responsável pela unidade. Segundo a empresa, o ponto comercial já retomou o atendimento normalmente após acionar as autoridades.
Polícia apreendeu arma na casa da suspeita
As buscas pelo paradeiro da mulher levaram os militares até a residência onde ela ainda vivia com o ex-companheiro. No imóvel, os policiais localizaram um revólver, além de um carregador com 14 munições.
O armamento pertencia ao homem, que possui registro como Colecionador, Atirador e Caçador. Ele contou à polícia que havia sentido falta da pistola um dia antes do ataque e desconfiou que a ex-companheira pudesse tê-la retirado de onde costumava ficar guardada.
Além da arma, a polícia também recolheu uma garrafa com vestígios de gasolina, material que pode ter relação com o incêndio provocado na loja.
