Com um novo investidor na SAF, o torcedor do Botafogo poderia imaginar que o clube receberia grandes aportes para reforçar o elenco e, quem sabe, repetir o ano mágico de 2024, quando conquistou a Libertadores e o Campeonato Brasileiro.
A CNN Brasil, porém, apurou que os investimentos da GDA Luma, empresa do mexicano Gabriel de Alba, não deverão ser utilizados para montar um time estrelado ou promover uma grande onda de contratações.
Fontes ligadas ao Botafogo afirmaram que a nova gestão pretende “saber utilizar o dinheiro” e que o clube primeiro vai reorganizar as finanças antes de buscar um elenco mais forte para as próximas temporadas. Esse discurso também costuma ser repetido por Gabriel de Alba em entrevistas.
Com uma dívida estimada em aproximadamente R$ 1,7 bilhão e diversos transfer bans acumulados, que até já foram pagos, o Botafogo deverá priorizar a reorganização financeira antes de aumentar os investimentos no elenco. A estratégia também teria sido adotada na utilização dos primeiros R$ 250 milhões aportados no clube.
A CNN Brasil também apurou que novos transfer bans podem ser aplicados ao Botafogo. Nesse cenário, os aportes financeiros vindos do México deverão ser utilizados, em parte, para equacionar dívidas e evitar que os problemas financeiros tenham impacto ainda maior no desempenho esportivo.
