Nesta sexta-feira, 21, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou a Polícia Federal (PF) investigar vazamentos de dados sigilosos de investigações que envolvem Lulinha.
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O juiz do STF atendeu à solicitação da defesa do filho do presidente, que responde a três inquéritos por suspeita de tráfico de influência.
Mendonça mencionou reportagens que revelaram conversas de aplicativos, trechos de documentos policiais e detalhes de inquéritos.
Foco da investigação sobre Lulinha e atuação da imprensa
O ministro destacou que a investigação da PF deverá identificar quem violou o sigilo funcional e repassou dados confidenciais ilegalmente para a imprensa.
Conforme Mendonça, peritos e investigadores possuem responsabilidade.
O magistrado ressaltou que, mesmo quando há autorização judicial para quebra de sigilo durante a investigação, as informações não podem se tornar públicas.
Mendonça ponderou que a apuração não deve atingir jornalistas ou veículos de imprensa que publicaram as informações.
"O procedimento apuratório referido parte de hipótese investigativa centrada na eventual identificação daqueles que teriam o dever de custodiar o material sigiloso e o violaram", observou o magistrado.
