O etilômetro, tecnicamente conhecido como bafômetro, é a principal ferramenta utilizada por autoridades de trânsito para identificar motoristas que dirigem sob o efeito de álcool.
O teste analisa quimicamente o ar alveolar expirado pelos pulmões, onde ocorrem as trocas gasosas com o sangue, detectando a presença de substâncias consumidas.
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Funcionamento técnico
A maioria dos aparelhos no Brasil funciona por células de combustível. O álcool do sopro reage com o oxigênio do aparelho, gerando uma corrente elétrica sob a ação de um catalisador.
Um microchip calcula a concentração de álcool no sangue com base nessa corrente elétrica: quanto maior a presença de álcool, maior a eletricidade gerada.
O exame exige o sopro contínuo de cerca de 1,5 litro de ar por cinco segundos.
Etapas de triagem e reteste
Recentemente, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) atualizou os procedimentos de fiscalização. A principal novidade é a regulamentação do bafômetro passivo para triagem inicial. Esse dispositivo capta o álcool no ambiente sem a necessidade de sopro direto no bocal.
Se houver indicação positiva, o condutor é direcionado para o teste probatório tradicional. A norma também regulamenta o reteste de 15 minutos. Esse intervalo serve para eliminar a possibilidade de falso positivo por álcool residual presente apenas na mucosa da boca devido ao uso de enxaguantes ou bombons de licor.
