A Sequoia passou por uma reestruturação significativa em seu modelo de negócios e agora concentra suas operações em dois segmentos principais: a logística B2B para grandes empresas e a logística de objetos bancários, segmento que inclui cartões de débito, cartões de crédito e maquininhas de pagamento.
A mudança resultou em uma redução de receita no curto prazo, mas a companhia projeta um crescimento expressivo nos próximos anos, com potencial de atingir um bilhão de reais em receita.
Durante entrevista ao programa “Números Falam“, o CEO da companhia, Leopoldo de Bruggen e Silva explicou que a empresa operava até o ano passado com três linhas de negócio: o B2C para e-commerce, o B2B voltado a grandes empresas e a logística de objetos bancários. A operação de B2C foi encerrada em abril, com a venda de todos os ativos e a transferência do centro de distribuição para o Mercado Livre, transação que rendeu R$ 38 milhões à companhia. “Essa linha de negócio acabou. Ela foi encerrada e, obviamente, a gente percebe a queda de receita”, afirmou.
Objetos bancários como pilar de crescimento
No segundo trimestre, a Sequoia registrou receita de R$ 137,8 milhões e realizou 21,2 milhões de entregas de objetos bancários, crescimento de 7,9% em relação ao primeiro trimestre. Leopoldo destacou que as maquininhas representam um vetor de crescimento relevante: “O Brasil hoje tem 50 milhões de maquininhas instaladas aproximadamente e esse número vem crescendo”.
