O Santos fez uma partida de controle e segurança, muito mais preocupado em administrar a vantagem construída na Vila Belmiro do que em propor o jogo. Diante dos efeitos da altitude de cerca de 2.500 metros de Ambato e com uma equipe bastante modificada, o Peixe reduziu os riscos, suportou os momentos de pressão do Macará e confirmou a classificação com o empate sem gols.
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Fortaleza defensiva
A estratégia ficou evidente desde o primeiro tempo. O Santos evitou forçar a saída curta diante da pressão do adversário e apostou com maior frequência nas bolas longas, buscando principalmente Thaciano e Caballero. Com isso, o time teve pouca presença ofensiva e criou poucas oportunidades, mas também conseguiu impedir que o Macará acumulasse grandes chances.
Defensivamente, a equipe respondeu bem. Willian Arão voltou a apresentar segurança improvisado como zagueiro, enquanto Luan Peres e João Ananias ajudaram a proteger Gabriel Brazão. Quando a defesa foi superada, o goleiro apareceu. Aos 11 minutos, fez grande defesa em finalização de Campana, na principal oportunidade equatoriana da primeira etapa.
O Santos também precisou se adaptar durante o confronto. Davizinho sentiu os efeitos da altitude e deixou o campo no intervalo. João Ananias, que atuou mesmo após apresentar febre, dor de cabeça e vômito, também precisou ser substituído.
