Existem algumas tecnologias na indústria de eletrônicos que já usamos há tanto tempo que, em alguns momentos, parece que elas sempre estiveram disponíveis nesses produtos. É o caso do USB, conjunto de cabos e conexões que permite a ligação de aparelhos com carregadores e outros dispositivos.
Essa invenção relativamente recente revolucionou o mercado ao facilitar a integração de eletrônicos com acessórios e é de longe o padrão das fabricantes de smartphones, consoles e mais. Porém, nem sempre o mercado foi assim e a adoção dele não foi unânime por anos. Ficou curioso? O TecMundo conta a seguir como foi a evolução dessa tecnologia.
Como era a indústria pré-USB
Antes da criação do padrão, é preciso apontar o caos em conectar acessórios ou periféricos no computador, como mouse, teclado ou impressora. Eram comuns as portas paralelas imensas e até com parafusos pra fixar no gabinete, ou a também grande porta serial, fora os conectores redondos coloridos PS/2 pra mouse e teclado.
Cada tipo de aparelho tinha uma conexão própria em formato, ou precisava de adaptadores. Algumas eram bem espaçosas e a incompatibilidade também acontecia a nível de software.
Uma das primeiras tentativas de criar algum tipo de molde que poderia ser seguido por outras fabricantes veio em 1992. É quando nasce a primeira versão do padrão de barramento Peripheral Component Interconnect, o PCI, para conectar placas a um computador.
