A banda de metal cristão Demon Hunter entrou com uma ação contra a Netflix por suposta violação de marca relacionada a KPop Demon Hunters, título original do filme Guerreiras do K-pop. O processo sustenta que o uso do nome pode levar o público a acreditar na existência de uma relação entre a banda e o filme.
A Hyde Lane, que detém os direitos sobre as marcas da banda, apresentou a ação na última terça-feira, 18, no Tribunal Central da Califórnia. Segundo a petição, o Demon Hunter surgiu em Seattle em 2000 e, desde então, lançou discos, realizou turnês e comercializou produtos com seu nome.
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A empresa sustenta que a expansão de Guerreiras do K-pop para além do filme aproximou as atividades da Netflix daquelas desenvolvidas pela banda. A ação menciona trilha sonora, produtos licenciados e uma parceria para uma turnê mundial de aproximadamente 150 cidades.
A Hyde Lane também argumenta que “KPOP” não seria suficiente para diferenciá-las, com base em uma decisão do Escritório de Patentes e Marcas dos EUA, que considerou o termo meramente descritivo ao analisar um pedido da Netflix.
Banda relata confusão na compra de ingressos
Como exemplo, a Hyde Lane relata ter recebido, em fevereiro, um pedido de reembolso de uma pessoa que gastou quase US$ 500 em ingressos para um show do Demon Hunter em Albany, Nova York. O comprador afirmou pretender levar as filhas, de cinco e seis anos, a uma apresentação de Guerreiras do K-pop.
