Torres de transmissão de energia
REUTERS/Manon Cruz
O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Márcio Rea, afirmou que, neste momento, não vê risco de falta de energia elétrica durante as eleições. Segundo ele, o órgão fará, como ocorre em grandes eventos, uma operação especial de acompanhamento do sistema.
“Sempre tem uma operação especial, mas a gente está trabalhando há meses, vem desenvolvendo (esse trabalho). Então, não vejo nenhum problema, a não ser que seja uma catástrofe”, afirmou Rea a jornalistas, em Brasília.
Em paralelo, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, afirmou que comunicou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a antecipação de recursos destinados a usinas de produtores independentes que atendem áreas isoladas da Amazônia.
A medida busca reduzir o risco de desabastecimento de combustível para essas usinas em caso de dificuldades de navegação nos rios, provocadas pela baixa pluviosidade.
“Nós vamos antecipar recursos para que essas empresas comprem o combustível, deixem estocados, para, eventualmente, havendo algum problema no tráfego nos rios, haja combustível suficiente para atender as comunidades e, principalmente, durante as eleições”, afirmou Feitosa.
Os recursos são provenientes da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC).
Segundo Feitosa, a preparação para as eleições está sendo feita de forma preventiva.
Eleições 2026: ONS planeja operação especial para acompanhar desempenho do sistema elétrico
