Em entrevista à CNN Brasil nesta quinta-feira (20), o candidato ao governo do Distrito Federal pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro), Ricardo Cappelli, disse que não tem como saber para onde vai a crise que atinge o BRB (Banco de Brasília) e que é muito difícil elaborar um plano para o banco estatal neste momento, principalmente devido à falta de dados sobre o rombo das contas.
“É muito difícil ter uma proposta minuciosa para o BRB nesse momento, porque a gente não sabe a real situação do BRB, o Brasil não sabe, o BRB é um banco público que está há mais de um ano sem apresentar o seu balanço. Qual é o tamanho do rombo do BRB? É R$ 12 milhões? É R$ 15 milhões? É R$ 20 milhões? Ninguém sabe”, afirmou na sabatina.
“O secretário de Economia do governo Celina Leão, esse ano, declarou que recebeu uma máquina desgovernada. Eu estou com uma equipe de auditores aqui do Distrito Federal, aqui da Secretaria de Fazenda, me ajudando no programa de governo. Eles indicam que o rombo projetado para esse ano nas contas é de mais de sete bilhões de reais”, disse. “Ninguém sabe para onde vai o BRB”, acrescentou.
Cappelli propôs o início de uma investigação pela PF (Polícia Federal) para rastrear os valores que foram desviados das contas do BRB. Na ocasião, ainda criticou a postura da atual governadora, Celina Leão (PP), em relação à renegociação de dívidas e ausência dos dados do banco.
“Já há um acordo que o desvio mínimo foi de R$ 12 bilhões.
