A Super Micro Computer concluiu sua investigação sobre um suposto esquema do início deste ano, no qual dois funcionários e um contratado teriam contrabandeado chips Nvidia de ponta para a China.
Nesta quinta-feira (20), a fabricante de servidores disse que uma equipe liderada por membros independentes de seu conselho revisou as transações que foram objeto de uma acusação federal e não encontrou evidências de que qualquer membro atual da equipe de alta administração da Super Micro tivesse conhecimento do suposto esquema de desvio, ou de qualquer desvio real de produtos restritos.
A conclusão vem após o cofundador da Super Micro, Yih-Shyan “Wally” Liaw, ter renunciado à empresa em março, já que ele foi uma das pessoas indiciadas por seu suposto papel no esquema.
O suposto esquema - que envolveu bilhões de dólares em servidores e dispositivos falsos usados para enganar um inspetor americano - também resultou na Super Micro colocando um segundo funcionário em licença e demitindo um contratado.
Nesta quinta-feira, a Super Micro disse que sua investigação sobre o assunto também não encontrou evidências de que a empresa vendeu diretamente produtos controlados por exportação para partes ou locais restritos conhecidos, nem evidências de que suas demonstrações financeiras emitidas anteriormente não possam ser confiáveis devido ao potencial desvio de produtos restritos.
