Parlamentares do PT que disputam as eleições deste ano registraram mudanças relevantes no patrimônio declarado à Justiça Eleitoral desde a última vez em que estiveram nas urnas. O levantamento feito a partir dos dados do DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), reúne deputados federais que buscam a reeleição ou tentam migrar para o Senado e governos estaduais, além de senadores que voltam às urnas para renovar o mandato.
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Entre os nomes de maior projeção nacional está o deputado Paulo Pimenta (RS), que disputa uma vaga no Senado. Em 2022, quando concorreu a deputado federal, Pimenta havia declarado R$ 192,8 mil em bens. Neste ano, o patrimônio informado chegou a R$ 1,87 milhão. A diferença é de aproximadamente R$ 1,68 milhão, equivalente a um crescimento de cerca de 870% em quatro anos.
Outro nome conhecido nacionalmente, Lindbergh Farias (RJ), declarou R$ 301 mil em 2026. Na eleição de 2022, o patrimônio informado pelo deputado era de R$ 95 mil. O crescimento nominal no período foi de aproximadamente R$ 206 mil, ou 217%.
A ex-presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), que neste ano concorre ao Senado, passou de R$ 1,49 milhão, declarados em 2022, para quase R$ 2 milhões em 2026. O aumento foi de aproximadamente R$ 459 mil, ou 31%.
Já o líder da bancada petista na Câmara, Pedro Uczai (PT-SC), apresentou uma variação mais discreta.
