MUNDO - A banda de metal cristã Demon Hunter processou a Netflix e a promotora de shows AEG Presents na Justiça Federal da Califórnia, nos Estados Unidos, nessa terça-feira (18). O grupo acusa as empresas de violação de marca registrada pelo uso do nome relacionado ao filme Guerreiras do K-Pop em uma turnê e afirma que a iniciativa pode confundir consumidores e prejudicar a identidade da banda.
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Na ação, a Demon Hunter contesta o uso da marca KPop Demon Hunters, título original da animação. O grupo sustenta que utiliza o nome Demon Hunter há mais de duas décadas e afirma que a divulgação da turnê já provocou situações de confusão entre o público.
Demon Hunter relata confusão entre consumidores
Entre os casos apresentados no processo, a banda afirma ter recebido um pedido de reembolso de um pai que teria comprado ingressos para um show da Demon Hunter acreditando que se tratava da turnê inspirada em Guerreiras do K-Pop.
O grupo também informou ter recebido contato de um produtor do programa Inside Edition, que buscava entrevistar um dos compositores da animação. Para a banda, episódios como esses mostram que o uso do nome pode levar o público a associar projetos distintos.
A Demon Hunter pede que a Justiça proíba o uso de KPop Demon Hunters em músicas, produtos licenciados e na promoção de apresentações ao vivo. O processo também solicita indenização, mas não informa o valor pretendido.
