Antes de começar o texto, é preciso falar do elefante na sala: nos últimos dias, Marvel’s Wolverine se tornou alvo de uma onda de críticas online que cresceu a um ponto onde ficou difícil separar o que é opinião legítima de birra, já me deixando com o pé atrás com o jogo antes mesmo de testar. Felizmente, mesmo com algumas pequenas falhas, Wolverine não é o desastre que estão tentando parecer que é.
Depois de duas horas jogando Marvel’s Wolverine, tive uma perspectiva mais concreta do que tem circulado pelas redes sociais, concordando com alguns pontos. Embora tenha sido um barulho alto por pouca coisa, o jogo parece que irá cumprir bem sua proposta.
Um arroz e feijão bem feito
A build que jogamos é a mesma que foi testada há alguns dias por um grupo de jornalistas e cridadores de conteúdo, e é dividida em três partes: primeiro acompanhamos Logan, Mística e Dentes de Sabre invadindo uma instalação das Indústrias Trask para resgatar Nathaniel Essex, numa fase com bastante ação direta e que serve como introdução ao sistema de combate. A segunda parte é uma batalha de chefe contra um Sentinela, enquanto a terceira se passa em Madripoor, com foco nas interações com a Equipe X e em combate contra A Mão.
Quem esperava algo parecido com o combate de Marvel’s Spider-Man irá se surpreender, já que a Insomniac foi em outra direção com Logan.
