O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu o pedido de remoção da tornozeleira eletrônica para Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como, “Japa do PCC”.
A indiciada cumpria prisão domiciliar desde o fim de fevereiro de 2024. Após a decisão desta terça-feira (18), a única estrição de Karen é não sair do Estado sem autorização do prévia de um juiz.
A decisão foi confirmada à CNN Brasil pelo advogado de Karen.
Segundo a Polícia Civil, a “Japa do PCC” atuava na lavagem de dinheiro da organização, em cidades como Santos, Cubatão e Guarujá, na Baixada Santista, e também na cidade de São Paulo.
Karen foi indiciada em novembro de 2025 por lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Na manhã desta quarta-feira (19), a tornozeleira eletrônica foi retirada.
“A defesa esclarece que a decisão foi pautada em demora de dois anos e meio do Delegado para finalizar o inquérito. Continuamos no aguardo do depoismento de Thiago e Samara, para apresentarmos todos os documentos que provam a sociedade incluindo as conversa que serão extraídas do telefone.”
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Quem é a “Japa do PCC”?
Chamada de “japa do crime”, Karen de Moura Tanaka Mori é viúva de um líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Karen teria assumido os negócios do marido.
Ao ser presa em sua residência, ela foi encontrada com carro de luxo e mais de R$ 1 milhão, além de US$ 50 mil.
