Os robôs aspiradores ficaram bem mais independentes nos últimos anos. Se antes era preciso esvaziar o reservatório de poeira praticamente após cada faxina, hoje já existem modelos capazes de voltar para a própria base e cuidar de boa parte da manutenção sozinhos.
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Durante participação na CNN Brasil, Adriano Ponte, especialista do Canaltech, explicou como funcionam essas bases automáticas e quais tarefas elas realmente tiram das mãos do usuário. A principal diferença está justamente no nível de automação oferecido por cada modelo.
Robô aspirador já consegue praticamente se limpar sozinho
Nos robôs mais tradicionais, toda a sujeira coletada fica em um pequeno compartimento dentro do aparelho. Como o espaço é limitado, casas com animais, crianças ou muita poeira podem exigir que esse reservatório seja esvaziado com bastante frequência.
As bases com autoesvaziamento resolvem justamente esse problema. Após terminar a limpeza, o robô retorna para a estação e um sistema de sucção retira a sujeira do compartimento interno e a transfere para um reservatório maior, normalmente equipado com um saco descartável.
Segundo Adriano, além de reduzir uma tarefa repetitiva, esse sistema diminui o contato direto com o pó acumulado. Isso pode ser especialmente interessante para pessoas alérgicas, já que o usuário não precisa abrir o compartimento do robô e despejar a sujeira no lixo a cada limpeza.
