O chamado “fator Lulinha” tornou-se o principal tema das campanhas eleitorais no momento, funcionando como combustível para a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e como um ponto de desgaste para a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo avaliação da analista de Política da CNN Isabel Mega, ao Bastidores CNN.
O fenômeno está relacionado à abertura de inquéritos contra Fábio Luiz Lula da Silva, filho de Lula, investigado por suposto tráfico de influência e por ligações com o caso das fraudes no INSS.
Segundo Isabel Mega, os interlocutores da campanha petista trabalham para estabelecer uma diferenciação entre os casos que envolvem pessoas próximas ao candidato e o próprio candidato.
“No caso Lulinha, no caso Marcola, por mais que sejam pessoas com proximidade óbvia do presidente da República, um é filho, o outro até alguns meses atrás estava no gabinete presidencial, são situações que não se tratam necessariamente do próprio candidato, mas de pessoas atreladas ao candidato”, explicou a analista.
Pesquisas internas indicam oscilação dentro da margem de erro
O PT realizou os chamados “trackings”, pesquisas internas, para medir o impacto das denúncias junto à opinião pública. De acordo com Isabel Mega, a oscilação registrada ficou dentro da margem de erro, o que traz certo conforto à campanha petista.
