O MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) deu início a uma operação nacional para recuperar celulares roubados e interromper a cadeia de receptação e comercialização ilegal dos aparelhos.
Segundo o ministro da Justiça, Wellington César, a mobilização envolve 23 dos 27 estados e já resultou na recuperação de mais de 6 mil celulares.
A iniciativa funciona a partir do cruzamento de dados do Banco Nacional de Celulares Roubados, criado em junho e que reúne informações sobre mais de 3 milhões de aparelhos com registro de roubo ou furto entre 2020 e 2026.
“Central” de celulares roubados é encontrada em São Paulo | CNN 360º
Quando a vítima registra um boletim de ocorrência, o número identificador do aparelho (IMEI) é incluído no banco de dados, que pode ser consultado pelas forças de segurança dos estados participantes.
Caso um novo chip seja inserido em um celular com registro de roubo ou furto, a polícia identifica a alteração e envia uma notificação ao número utilizado no aparelho informando que o celular tem origem ilegal e orientando o atual dono a entregá-lo em uma delegacia.
Quem receber a notificação e não devolver o aparelho continuará com o celular registrado no banco de dados e pode responder por receptação se pego em alguma abordagem policial.
A PRF (Polícia Rodoviária Federal) também tem acesso ao banco durante abordagens.
