O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou nesta quarta-feira, 19, que os novos relatos envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e supostos canais de acesso ao Ministério da Saúde ampliam as suspeitas levantadas durante a CPMI do INSS.
Ex-relator da CPMI do INSS, Gaspar disse que as informações agora alcançam pessoas ligadas diretamente ao Palácio do Planalto e declarou que “o gabinete presidencial está manchado com a lama da corrupção”.
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Gaspar se referiu aos relatos prestados à Polícia Federal (PF) sobre a atuação do empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, e suas supostas relações com Lulinha e a empresária Roberta Luchsinger.
Segundo o informante ouvido pela corporação, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Lula, e Swedenberger Barbosa, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde e atual integrante do Gabinete Pessoal da Presidência, teriam funcionado como canais de acesso à pasta.
“Desde março, no relatório, nós identificamos tráfico de influência praticado por Lulinha e Roberta Luchsinger no Ministério da Saúde”, afirmou Gaspar.
