Conteúdo. Também é possível ligar ou desligar a função para uma aba específica pelo menu do site, sem alterar a configuração geral.
Duas exceções gerem controvérsia
A própria Mozilla reconhece que o bloqueio não é completo, já que diferentes sites usam tecnologias distintas para veicular publicidade. Duas exclusões, porém, foram feitas de forma deliberada e têm gerado debate entre usuários.
Anúncios exibidos em páginas de resultado de buscadores como Google e Bing ficam fora do bloqueio. O mesmo vale para conteúdo patrocinado exibido na página inicial e na aba de nova guia do próprio Firefox.
A empresa não detalhou publicamente o motivo das exceções. Usuários em fóruns como o Hacker News associaram a decisão aos cerca de US$ 585 milhões que a Mozilla recebe anualmente do Google por acordos de parceria em busca, valor que responde pela maior parte da receita da organização, segundo dados citados pelo BigGo Finance.
Recurso ainda é experimental
O lançamento segue em fase de testes e chega a parte dos usuários de forma gradual. A Mozilla não informou uma data para a disponibilização geral e afirma que vai ajustar a compatibilidade com diferentes sites ao longo do processo.
A empresa também não divulgou dados sobre a eficácia do bloqueio em comparação a outras soluções. Aplicativos como Wipr 2, uBlock Origin Lite e o navegador Brave seguem oferecendo bloqueio mais abrangente no iOS, já que operam por caminhos técnicos diferentes do adotado pela Mozilla.
