Questionado sobre a crítica de Fernando Haddad (PT), de que o governo de São Paulo não usaria inteligência artificial no combate ao crime, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) rebateu a provocação: "Eu acho que quem não usa inteligência é ele quando fala essas bobagens".
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Tarcísio classificou as declarações do adversário como "desconhecimento detalhado do assunto" e passou a listar o trabalho de inteligência da gestão. O principal é o compartilhamento de informações entre o sistema prisional, os centros de inteligência da Polícia Militar, da Polícia Civil e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
O governador citou ainda 542 operações conjuntas realizadas com a Polícia Federal, a Receita Federal e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), entre elas a Carbono Oculto, a Poço de Lobato e a Fim de Linha, fruto de um gabinete que coordena as ações entre os órgãos.
Tarcísio também apontou o sucateamento das Forças Armadas sob o governo do PT como um dos fatores que afetam o combate ao crime organizado nas fronteiras e causam impacto nos estados. "Elas estão morrendo, elas estão definhando. É muito interessante, se eles deixam as Forças Armadas morrerem, chegar aqui e dizer que vai investir em segurança pública", disse, questionando a coerência de Haddad.
