O Ministério da Fazenda travou o funcionamento de 14 plataformas de apostas vinculadas a seis empresas que atuam no país. A Secretaria de Prêmios e Apostas aplicou medidas cautelares devido ao descumprimento de regras fixadas para a fiscalização do setor.
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A ordem do governo impede a captação de novas apostas no mercado. As bets precisam manter os sites no ar apenas para a liberação do saldo existente nas carteiras dos usuários.
A determinação exige o cancelamento de apostas pendentes e a devolução imediata do dinheiro aos clientes. A Fazenda impôs multa diária de R$ 200 mil em caso de descumprimento dos alertas de suspensão nas páginas oficiais.
Ocultação de dados e falhas em regras
A maior parte dos bloqueios atinge marcas que sonegaram dados ao Sistema de Gestão de Apostas. A Pixbet perdeu a licença temporária pela omissão de dados e por ignorar ferramentas de combate ao vício em jogos.
A empresa RR Participações, responsável por Multibet, Ricobet e BRXBet, caiu na fiscalização logo que omitiu a lista real de sócios do grupo. A ausência dos papeis barrou a checagem de idoneidade e da capacidade financeira da companhia.
As marcas atingidas incluem Pixbet, Ganheibet, Betdasorte, Zeroum, Sportvip, Energia, MMA, Betvip, Papigames, Megaposta, Kbet, Multibet, Ricobet e BRXBet. A liberação do serviço depende da entrega de todos os comprovantes cobrados pelos fiscais.
