A inflação anual da Zona do Euro subiu para 2,9% em julho de 2026, ante os 2,8% registrados em junho, segundo dados divulgados pela Eurostat, o serviço de estatísticas da União Europeia, nesta 4ª feira (19.ago.2026). Um ano antes, a taxa estava em 2,0%.
Para o conjunto dos 27 países da União Europeia, a inflação chegou a 3,0% em julho, também superior aos 2,9% de junho. Em julho de 2025, o índice era de 2,4%. Eis a íntegra dos dados, em inglês (PDF - 586 kB).
O setor de serviços foi o principal motor da alta, com contribuição de 1,55 ponto percentual para a inflação anual da Zona do Euro em julho. A energia ficou em 2º lugar, com 0,94 p.p.
Bens industriais não energéticos e alimentos, bebidas alcoólicas e tabaco contribuíram com 0,23 p.p. cada.
Na comparação com junho de 2026, a inflação anual recuou em 15 dos 27 países-membros da UE, permaneceu estável em 3 e avançou em 9.
A Romênia registrou a maior inflação entre os países da UE em julho, com taxa de 8,2%, seguida pela Lituânia, com 5,4%. Chipre e Bulgária empataram na terceira posição, ambas com 4,4%.
No lado oposto, a Suécia apresentou a menor inflação, de 0,3%. A República Tcheca registrou 1,3%, enquanto Dinamarca e Hungria ficaram em 1,6% cada.
Uma estimativa preliminar da inflação da Zona do Euro para julho de 2026, publicada pela Eurostat em 31 de julho de 2026, já havia apontado o índice de 2,9%. A próxima estimativa preliminar, com dados de agosto de 2026, está prevista para 1º de setembro de 2026.
