O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) intensificou os ataques ao PT ao comentar as suspeitas envolvendo Fábio Luís da Silva, o Lulinha, e a lobista Roberta Luchsinger, investigada no escândalo do INSS. Em entrevista à rádio Itatiaia, o candidato pelo PL afirmou que a corrupção teria chegado diretamente ao gabinete presidencial. A analista de Política da CNN Edilene Lopes comenta o tema ao CNN 360°.
Na entrevista, Flávio Bolsonaro disse que Lulinha teria usado a influência do pai para fazer negócios em ministérios. “A corrupção do INSS chegou dentro do gabinete do Lula, por intermédio do Marcola”, afirmou.
“O Lula também tem o seu Marcola”, acrescentou, referindo-se a Marco Aurélio Ribeiro, conhecido pelo apelido de Marcola.
Flávio Bolsonaro afirmou que a pessoa que “abria as portas” do gabinete presidencial teria facilitado negócios de Lulinha em ministérios, incluindo o Ministério da Saúde. “É a máquina pública, é o seu dinheiro que está sendo usado para ir parar na conta do filho do presidente da República”, declarou.
O candidato classificou como “vexaminoso” e “constrangedor” o fato de alguém ter pedido uma joia em troca de facilitar a vida de Lulinha e de Roberta, apontada como lobista do esquema do INSS.
Flávio também fez uma comparação com o caso das joias envolvendo seu pai, argumentando que a legislação teria comprovado que os presentes eram personalíssimos e foram devolvidos.
