A diplomata equatoriana Ivonne Baki entrou na disputa para se tornar a próxima secretária-geral das Nações Unidas, sendo a oitava candidata para substituir o português António Guterres no próximo ano, segundo documentos divulgados nesta terça-feira (18).
Baki, que atuou como ministra do governo equatoriano e como embaixadora na França, no Catar e nos Estados Unidos, foi indicada pela nação insular de Tonga, no Pacífico, e é a segunda candidata equatoriana na disputa.
O sucessor de Guterres enfrentará a tarefa de revitalizar uma organização em crise e com prestígio em declínio, em meio a pressões para reformar o que críticos descrevem como uma burocracia inchada e dispendiosa, além de reduzir a duplicação de funções entre suas agências.
Em sua carta de indicação, o embaixador de Tonga na ONU, Viliami Va’inga Tone, afirmou que as Nações Unidas “estão em um momento crítico de transição e necessitam de uma liderança experiente, pautada por princípios e capaz de unir, para conduzir esse período”.
Ele expressou confiança de que Baki, de 75 anos, possui a “experiência, a habilidade diplomática e a integridade” necessárias para mobilizar a Organização e a comunidade internacional em prol do fortalecimento do multilateralismo e do avanço dos propósitos e princípios consagrados na Carta das Nações Unidas.
