O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reluta em aceitar que sua campanha à Presidência utilize modelos e ferramentas consideradas tendências digitais. Além de rejeitar o uso de IA (inteligência artificial), o petista resiste a gravar conteúdos em “selfie” para as redes sociais.
Segundo apuração da CNN Brasil, a equipe de Lula planejava substituir cortes de discursos e conteúdos “reaproveitados” por publicações “tailor-made”, ou seja, sob medida para o ambiente digital nas redes do presidente.
A ideia era o mandatário aparecer, por exemplo, em vídeos gravados na vertical e falando diretamente com o público, num formato característico do Instagram e do TikTok. A avaliação, a partir também de métricas, é de que este tipo de publicação tem maior poder de reter público e compartilhar mensagens.
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O formato, no entanto, deixa Lula pouco à vontade e poderia passar uma imagem mais artificial do petista e com pouco convencimento junto ao eleitorado. A avaliação interna é de que quanto mais genuíno e natural o petista for, maior o convencimento de que ele é uma “pessoa de verdade”.
Internamente, Lula chegou a fazer críticas sobre a condução de suas redes sociais ao longo de seu mandato.
