MPES se manifesta sobre caso Apex no processo
Os bens de Fernando Antonio Kulnig Cinelli, ex-presidente afastado do grupo Apex, foram bloqueados nesta segunda-feira (17) pela Justiça do Espírito Santo. A decisão partiu da Vara de Recuperação Judicial e Falência de Vitória e determinou também a quebra do sigilo bancário do réu.
Segundo o juiz Marcos Pereira Sanches, o processo apontou a "existência de um rombo bilionário na contabilidade", embora o alcance das chamadas "inconsistências financeiras" ainda não tenha sido definido e revelado oficialmente. A empresa de investimentos possui dívidas de quase R$ 1 bilhão.
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Também foram identificadas transferências em alto valor das contas da empresa ABM Partnership Investimentos e Participações S.A. para a conta pessoal de Cinelli, totalizando cerca de R$ 5 milhões, sem justificativa.
Além disso, a ata afirmou que, em mais de uma ocasião, Cinelli movimentou ou retirou bens que poderiam ser usados para pagar os credores.
Sede da Apex Partners, em Vitória, no Espírito Santo.
Ricardo Medeiros/Rede Gazeta
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