Recuperação judicial: entenda o instrumento usado pelo Grupo Casas Bahia
Casas Bahia, Marabraz, Tok&Stok, GPA, Dia, St Marche. A lista de grandes redes que, nos últimos anos, recorreram à recuperação judicial ou extrajudicial, fecharam lojas ou frearam a expansão física só cresce e já atinge diferentes segmentos do varejo brasileiro, dos supermercados às redes de móveis e eletrodomésticos.
Em comum, elas têm um modelo de crescimento baseado na abertura acelerada de lojas que perdeu força diante dos juros altos, do crédito mais caro e de um consumidor mais cauteloso.
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Os casos mais recentes são os da Marabraz e do Grupo Casas Bahia. Nos últimos dias, as duas recorreram à Justiça para reestruturar suas dívidas. A Marabraz pediu recuperação judicial com um passivo de R$ 140 milhões.
Já a Casas Bahia fez o mesmo, com dívidas de R$ 17,3 bilhões, a segunda reestruturação em dois anos, após uma recuperação extrajudicial em 2024 que não foi suficiente para estabilizar as finanças da companhia.
No varejo alimentar, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) seguiu outro caminho: optou por uma recuperação extrajudicial e por uma ampla reestruturação, que levou ao fechamento e à conversão de dezenas de lojas Extra.
Dono das redes Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar, Pão de Açúcar Fresh e Extra Mercado, o GPA vive uma das maiores reestruturações de sua história.
De Casas Bahia ao Grupo Pão de Açúcar: por que grandes varejistas estão revendo o modelo de lojas físicas
