Resumo
A Meta está sendo processada nos EUA por 29 promotorias estaduais que alegam que as redes sociais da empresa violam leis de proteção à saúde e privacidade de crianças e adolescentes.
As promotorias querem US$ 1,4 trilhão em multas e mudanças nas redes sociais da Meta, como implementação de verificação parental e alterações nos algoritmos de recomendação.
A empresa nega as acusações, mas especialistas compararam o processo às ações contra a indústria do tabaco nos anos 90.
A Meta começará a ser ouvida nesta terça-feira (18/08) em um julgamento nos Estados Unidos, sob acusação de que suas redes sociais teriam violado leis que protegem a saúde e a privacidade de crianças e adolescentes.
O processo foi movido por 29 promotorias estaduais e pede US$ 1,4 trilhão (R$ 7,28 trilhões) em multas. Outro objetivo é obrigar a companhia a fazer mudanças em seus produtos, como forma de seguir as leis de proteção aos consumidores.
“Nós discordamos veementemente destas acusações e estamos confiantes que as evidências mostrarão nosso compromisso de longa data com o apoio aos jovens”, disse um porta-voz da empresa à BBC.
Especialistas em direito ouvidos pela CNBC comparam o processo às ações movidas contra a indústria do tabaco nos anos 90, quando fabricantes de cigarros foram forçadas a pagar bilhões de dólares por esconder da população os perigos de seus produtos à saúde. Depois disso, a influência do setor diminuiu consideravelmente.
O que as promotorias alegam contra a Meta?
