A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) avalia ampliar a fiscalização sobre plataformas digitais após determinar a suspensão de lives e recursos de compartilhamento de vídeo do Discord no Brasil. A medida, aplicada em agosto, busca cobrar mecanismos mais eficazes de proteção a crianças e adolescentes contra violência, automutilação e outros conteúdos nocivos.
O órgão já acompanha 37 empresas consideradas de maior potencial de risco e prepara uma nova rodada de monitoramento ainda neste ano. Embora Telegram, WhatsApp e outros aplicativos não tenham recebido ordem de bloqueio, serviços com falhas semelhantes podem entrar no foco das análises e sofrer sanções previstas no ECA Digital.
A decisão contra o Discord não retirou a plataforma do ar. A cautelar alcançou a função Go Live e ferramentas equivalentes de transmissão e vídeo, cuja retomada depende da comprovação de medidas técnicas, de segurança e de governança capazes de reduzir os riscos identificados pela agência.Clique aqui para ler mais
