Encontrar uma televisão que simplesmente exiba uma imagem, sem aplicativos, sistema operacional ou conexão com a internet, tem ficado cada vez mais difícil. As chamadas “dumb TVs”, ou TVs não inteligentes, praticamente desapareceram do mercado convencional, enquanto os modelos smart se tornaram o padrão.
A mudança não acontece apenas porque os consumidores querem mais recursos: o software também abriu novas fontes de receita para os fabricantes.
Para quem tem pressa:
As chamadas “dumb TVs”, que não têm sistema operacional, aplicativos ou conexão com a internet, praticamente desapareceram do mercado convencional;
Além de atender à preferência dos consumidores por serviços de streaming e recursos conectados, as smart TVs criaram novas fontes de receita para as fabricantes, como publicidade e conteúdos digitais;
Com isso, a conexão à internet e os sistemas inteligentes deixaram de ser diferenciais e passaram a fazer parte da configuração básica dos televisores, tornando as TVs tradicionais um produto de nicho.
As Smart TVs são mais interessantes para as fabricantes
Uma das principais razões está no próprio modelo de negócio das TVs atuais. Além da venda do aparelho, as fabricantes também encontram nas plataformas das smart TVs novas possibilidades de receita depois que o produto chega à casa do consumidor.
Os sistemas das smart TVs permitem oferecer serviços de streaming, publicidade e outros conteúdos diretamente pela tela inicial do aparelho.
