O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou nesta segunda-feira (17) que “o objetivo número um é, e sempre será, que o Irã não possa ter, de nenhuma maneira, forma ou circunstância, uma arma nuclear”, como já informamos.
Ele é o mais recente presidente americano a se deparar com um regime iraniano de linha-dura, enquanto a guerra entra agora em seu sexto mês.
Veja como alguns dos antecessores de Trump se relacionaram com Teerã:
Quase dois anos depois de assumir a Presidência, Carter enfrentou a crise dos reféns no Irã, depois que 90 pessoas, incluindo 66 americanos, foram feitas reféns quando a embaixada dos EUA em Teerã foi tomada após a Revolução Iraniana.
No início da crise, Carter enviou autoridades americanas ao Irã para negociar a libertação dos reféns, mas o então líder supremo do Irã, aiatolá Khomeini, recusou-se a se reunir com eles.
A equipe de política externa de Carter “frequentemente parecia fraca e vacilante” durante a crise, segundo o Escritório do Historiador do Departamento de Estado dos EUA.
Uma semana depois, Carter ordenou o congelamento dos ativos iranianos em bancos americanos. Em abril de 1980, quando apenas parte dos reféns havia sido libertada, Carter rompeu relações diplomáticas com o Irã, anunciou novas sanções e ordenou que todos os diplomatas iranianos deixassem os EUA.
A crise acabou sendo resolvida depois que autoridades americanas, por meio da Argélia, conseguiram negociar a libertação dos reféns.
