A atividade econômica brasileira cresceu 0,3% no segundo trimestre de 2026 em relação aos três primeiros meses do ano, de acordo com o Monitor do PIB-FGV, divulgado nesta segunda-feira, 17, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre). O resultado representa uma desaceleração da economia diante da alta de 1% registrada no primeiro trimestre, em relação ao último trimestre de 2025.
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Em junho, contudo, a atividade recuou 1,1% na comparação com maio, considerando a série com ajuste sazonal, método que busca retirar efeitos recorrentes de determinadas épocas do ano. Na comparação com os mesmos períodos de 2025, a economia cresceu 1,7% no segundo trimestre e 1,9% em junho. Em 12 meses, a expansão acumulada chegou a 1,8%.
De acordo com a coordenadora da pesquisa, Juliana Trece, a perda de ritmo atingiu agropecuária, indústria, serviços e a maior parte dos componentes da demanda. O consumo foi a exceção e manteve o ritmo de crescimento do começo do ano.
Consumo das famílias cresce 2,6% na economia
Na comparação com o segundo trimestre de 2025, o consumo das famílias avançou 2,6%. Todos os componentes cresceram, com as principais contribuições vindas dos serviços e dos bens duráveis.
Já a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aumentou 1,6%. O indicador mede os investimentos em ativos usados na produção, como máquinas, equipamentos e construções.
