Depois do pedido de recuperação judicial da Casas Bahia tomar conta do noticiário brasileiro, algumas dúvidas podem surgir em relação às suas operações, como se seus clientes podem ser prejudicados pelo processo ou se a empresa continuará em funcionamento.
O grupo varejista anunciou no domingo (16) que protocolou seu pedido de recuperação judicial. Segundo a companhia, a atitude foi tomada devido à piora das condições financeiras.
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A Casas Bahia ainda adicionou que, diante de um ambiente macroeconômico desafiador, o ajuizamento do pedido de recuperação judicial de fez necessário. Ademais, junto com o balanço do segundo trimestre, o grupo anunciou o fechamento de 298 lojas.
No entanto, apesar das possíveis dúvidas quanto a suas operações, a companhia salienta que pretende manter suas operações em todos os canais existentes, priorizando atendimento aos clientes e consumidores, que deverão acontecer normalmente após o pedido de recuperação.
Segundo Rafael Guazelli, advogado especialista em direito tributário, o intuito da recuperação judicial é justamente a preservação da empresa, para que ela se reestruture e consiga equilibrar as finanças.
“Diferentemente da falência, a recuperação judicial dá um prazo maior para pagamentos credores.
