A Anthropic revelou detalhes de como funciona o sistema de marca d’água invisível aplicado aos textos gerados pelo Claude. A tecnologia cria um padrão estatístico nas respostas para identificar conteúdos produzidos pela IA, sem inserir caracteres ocultos ou elementos perceptíveis para quem lê.
A medida está relacionada ao compromisso de aumentar a transparência sobre conteúdos gerados por inteligência artificial e também atende às exigências do AI Act, a Lei de Inteligência Artificial da União Europeia. Segundo a Anthropic, o sistema será aplicado globalmente no lançamento de futuros modelos e está sendo implementado de forma gradual nos modelos antigos nos próximos meses.
De acordo com a empresa, a tecnologia não causa impacto na qualidade, criatividade ou legibilidade das respostas. Além disso, o mecanismo não exige tokens extras, não aumenta o custo de geração e não inclui informações que permitam identificar o usuário, a conversa ou a organização.
A marca d’água também não altera a propriedade legal do conteúdo nem a responsabilidade do usuário pelo material gerado. O objetivo é indicar a procedência do texto, e não restringir seu uso.
Como funciona a marca d’água do Claude?
A marca d’água é inserida durante a própria geração da resposta. Quando o Claude precisa escolher qual será a próxima palavra, o sistema pode direcionar a seleção entre termos que têm significado semelhante.
