A violência contra a mulher nem sempre termina quando o agressor deixa de atacá-la diretamente. Em alguns casos, filhos, pais, parentes ou outras pessoas próximas passam a ser usados como instrumentos de sofrimento, punição ou controle. É uma forma perversa de violência que ganhou nome e, desde abril deste ano, também passou a ter previsão específica na legislação brasileira: a violência vicária.
Vicaricídio: quando a violência contra a mulher atinge os filhos
Por João Pedro Castro · O Imparcial
