Casas Bahia
Divulgação/Casas Bahia
O Grupo Casas Bahia informou no último domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo.
O pedido, segundo a empresa, se mostrou necessário diante da piora das condições financeiras da companhia, em meio ao cenário de juros elevados no país, que encareceu o crédito e aumentou seus custos financeiros, e ao consumo mais fraco, que reduziu sua capacidade de gerar caixa.
Essa, no entanto, não foi a primeira tentativa do grupo em buscar uma reestruturação financeira e preservar suas operações. Os primeiros sinais da crise despontaram em 2022, quando a empresa começou a reportar repetidos prejuízos trimestrais, cenário que se agravou ao longo dos últimos anos.
Entenda como começou a crise e o que é o Grupo Casas Bahia
Agora no g1
Entenda a crise da Casas Bahia
Os primeiros sinais da crise do Grupo Casas Bahia se concretizaram no terceiro trimestre de 2022, quando a empresa reportou o primeiro de vários prejuízos trimestrais.
Naquela época, a companhia já havia começado a encerrar lojas com desempenho mais fraco do que o esperado e sentia as vendas pressionadas, resultado de uma economia ainda fraca por conta da pandemia do Covid-19.
No final daquele ano, em meio ao cenário de alta de juros visto desde 2021, a empresa já falava sobre a busca por rentabilidade e por um crescimento mais sustentável, focado em geração de caixa.
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