Lula diz confiar em Lulinha, mas afirma que não pedirá encerramento de investigação
Em seu primeiro dia de campanha, o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, deu a linha de como irá combater o seu principal adversário.
Disse que a corrupção chegou no gabinete do presidente Lula, referência ao ex-chefe de gabinete da Presidência Marco Aurélio Santana, o Marcola, que teve pagamentos pessoais pagos por uma lobista amiga do filho mais velho do petista.
A equipe de Flávio Bolsonaro acompanha de perto as novas revelações relacionadas tanto a Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, e a Marcola.
A avaliação de assessores do senador do PL é que ainda vão surgir mais detalhes de como Lulinha se relacionava com a empresária e lobista Roberta Luchsinger, que emprestou dinheiro para Marcola para pagar despesas pessoais dele.
Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro dia de campanha
Agência Estado
Neste fim de semana, o site "Metrópoles" divulgou novas conversas de whatsapp entre Lulinha e a lobista sobre negócios no governo. E, em relação a Marcola, há uma conversa em que a lobista teria comprado joias para o ex-chefe de gabinete de Lula, com as quais ele teria presenteado sua mulher.
Em relação a Lulinha, o presidente tem dito confiar nele, mas que, se alvo ficar comprovado contra ele, seu filho de terá de prestar contas à Justiça.
No caso de Marcola, a situação traz mais incômodo ao presidente, já que seu ex-chefe de gabinete acertava empréstimos como uma lobista.
Flávio Bolsonaro já deu a linha de como irá combater Lula: bater na tecla de que corrupção chegou ao gabinete do presidente
