Os gastos da União com diárias e passagens somaram R$ 1,9 bilhão no 1º semestre de 2026, em valores corrigidos pela inflação. O total é o maior valor real para o período desde 2014 e representa alta de 16,8% ante os R$ 1,6 bilhão registrados nos primeiros 6 meses de 2025.
No 1º semestre de 2014, durante o governo Dilma Rousseff (PT), as despesas totalizaram R$ 2,0 bilhões. A série específica de diárias e passagens consultada começa em 2011.
Os dados constam do Boletim Resultado do Tesouro Nacional de junho de 2026.
Nos primeiros semestres do 3º mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de 2023 a 2026, a União gastou R$ 6,5 bilhões com diárias e passagens.
A soma supera em 97,1% os R$ 3,3 bilhões registrados nos primeiros semestres de 2019 a 2022, durante o governo Jair Bolsonaro (PL). Os valores também foram corrigidos pela inflação.
A comparação inclui 2020 e 2021, anos afetados pelas restrições a viagens e pela redução dos deslocamentos durante a pandemia. As despesas ficaram em R$ 651,1 milhões e R$ 478,3 milhões, respectivamente.
PASSAGENS SOBEM 28%
O governo pagou R$ 1,1 bilhão em diárias no 1º semestre de 2026, alta de 9,6% ante o mesmo período de 2025. As despesas com passagens e locomoção aumentaram 28%, de R$ 625,2 milhões para R$ 800,2 milhões.
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