Os candidatos ao governo de Minas Gerais, Alexandre Kalil (PDT), Cleitinho Azevedo (Republicanos), Flávio Roscoe (PL), Gabriel Azevedo e Mateus Simões (PSD), se enfrentaram pela primeira vez em debate promovido pela TV Bandeirantes neste domingo (16). Patrus Ananias (PT) foi convidado, mas não compareceu ao debate. Sua justificativa foi que estaria em um evento de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em São Paulo e não voltaria a tempo do debate.
O pontapé inicial foi dado com uma pergunta feita para todos os candidatos sobre como iriam enfrentar o rombo fiscal do estado.
Para Kalil, um dos principais problemas do endividamento foi o Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados), programa federal de renegociação de dívidas que permitiu a Minas Gerais refinanciar um débito de cerca de R$ 179 bilhões com a União por 30 anos. O Propag também foi relembrado por Flávio Roscoe, que afirmou que faria um “pacotaço” para destravar o estado
O senador Cleitinho destacou a isenção fiscal de aproximadamente R$ 26 bilhões que o governo mineiro concedeu às empresas do estado e sublinhou a revisão dos contratos firmados por Minas.
Após responderem ao primeiro questionamento, foram disponibilizados dez temas para que os candidatos se perguntassem, os assuntos escolhidos foram feminicídio, dívidas do Estado, privatização da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), mineração e rodovias estaduais.
