O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou neste domingo, 16, que a investigação sobre a suposta perseguição da Polícia Militar ao motorista do candidato Fernando Haddad (PT) não encontrou evidências de que tenha ocorrido uma abordagem. Segundo ele, os dados disponíveis indicam que houve uma falsa comunicação.
O episódio ocorreu na noite de terça-feira 11, quando o motorista de Haddad afirmou ter sido seguido por policiais militares enquanto dirigia um Ford Fusion. O caso ganhou repercussão durante o início da campanha eleitoral para o governo de São Paulo, colocando os dois principais adversários no centro de uma nova disputa política.
Tarcísio: GPS e câmeras foram analisados
Segundo Tarcísio, a Polícia Militar analisou o deslocamento das viaturas por meio dos sistemas de GPS. O monitoramento, de acordo com o governador, mostrou que os veículos policiais apenas cruzaram com o automóvel conduzido pelo motorista de Haddad. Não houve perseguição.
A investigação também teria analisado imagens de mais de 70 câmeras de segurança. Tarcísio afirmou que os registros não mostram abordagem ou contato dos policiais com o motorista. O governador disse que o episódio continua sendo apurado pelas autoridades.
Leia também: “É ou não uma m…?”, artigo publicado na Edição 335 da Revista Oeste
Imagens colocam em dúvida parte da versão apresentada inicialmente pelo motorista Alessandro Caseri.
