Renan Santos (Missão), 42 anos, empresário e cofundador do MBL (Movimento Brasil Livre) lançou oficialmente sua campanha para presidente da República em um comício no Largo de São Francisco, em São Paulo, neste domingo (16.ago.2026). Falou, usando um colete à prova de balas, por 45 minutos.
O candidato disse que hoje o país é uma “nação derrotada, uma nação sem esperança e sem futuro. Uma nação em que as pessoas mais velhas nem querem acompanhar as eleições, porque elas consideram que já estão dadas.”
Afirmou, ainda, que quer colocar o Brasil como uma das nações mais potentes do mundo. Renan Santos diz que, como cultura, o brasileiro é ensinado a “ser feliz com pouco”.
“Mas o governo precisa ser de gente séria e ambiciosa. Duro, rígido e firme contra todo mundo quiser nos tratar como idiota. De fora ou de dentro. Os inimigos da nação serão todos tratados como inimigos”, disse.
Em uma das falas sobre segurança pública, Renan Santos exemplificou como seria a realidade do país caso fosse eleito: “Já imaginaram o medo das lideranças do PCC e Comando Vermelho tentando fugir desesperadamente para Bolívia, Peru, para qualquer outra nação, sabendo que o destino deles é ser preso ou ser morto se ficarem no Brasil?”. O ato do candidato foi marcado pela frase “prendeu, matou” e pelo endurecimento da segurança pública.
A linguagem de guerra apareceu em diferentes momentos dos discursos. Uma das frases repetidas durante o evento foi “a voz de Deus não é a voz do povo.
