O Grupo Casas Bahia registrou prejuízo líquido de R$ 10,117 bilhões no 2º trimestre de 2026. O resultado foi impactado por R$ 9,1 bilhões em efeitos contábeis não recorrentes, sem impacto no caixa do período, relacionados ao redimensionamento das operações na 2ª fase do Plano de Transformação.
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Sem esses efeitos, o prejuízo líquido ajustado foi de R$ 978 milhões, alta de 76,2% ante os R$ 555 milhões registrados no mesmo trimestre de 2025. Nos primeiros 6 meses de 2026, o prejuízo líquido somou R$ 11,181 bilhões, ante R$ 963 milhões no mesmo período do ano anterior.
Entre os ajustes extraordinários, R$ 3,529 bilhões foram contabilizados na linha de outras receitas e despesas. Segundo a companhia, o valor inclui gastos de reestruturação, baixas de ativos, perda contábil relacionada a ágio de aquisições e contingências contratuais.
A empresa também baixou R$ 5,672 bilhões em ativos fiscais diferidos depois de revisar as projeções de lucros tributáveis futuros. Considerado um efeito positivo de R$ 109 milhões com Imposto de Renda e Contribuição Social, o impacto líquido nessa linha foi de R$ 5,563 bilhões.
RESULTADO OPERACIONAL
A receita líquida cresceu 1,6%, de R$ 6,867 bilhões no 2º trimestre de 2025 para R$ 6,977 bilhões no mesmo período de 2026.
O lucro bruto avançou 10,9%, para R$ 2,293 bilhões. A margem bruta subiu 2,8 pontos percentuais e chegou a 32,9%.
