Imagine reservar uma passagem em uma das principais companhias aéreas da Europa, embarcar em um Airbus A350 novinho em folha e ultramoderno, e passar por 34 das mais grandiosas suítes de classe executiva dos céus, apenas para ser informado de que ninguém tem permissão para sentar nelas.
Essa irônica realidade pode aguardar os passageiros da nova rota Amsterdã-Toronto da KLM neste outono, entre outras grandes companhias aéreas.
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Os pods de luxo, completos com camas reclináveis e portas deslizantes de privacidade, podem estar totalmente fora dos limites quando o dia da partida chegar, permanecendo completamente vazios a 35.000 pés de altitude.
O culpado não é a falta de demanda, mas um paradoxo da aviação moderna. À medida que os assentos premium se tornaram cada vez mais complexos, obter a aprovação regulatória para voar com eles ficou mais difícil do que nunca, criando um gargalo de produção que está prestes a se tornar visível nos céus.
E não é apenas a KLM que está sendo afetada.
