O chefe do Comando Central dos Estados Unidos, Alm. Brad Cooper, visitou o USS Abraham Lincoln como parte de uma recente viagem ao Oriente Médio, realizada em meio à crescente preocupação com a saúde mental dos membros da tripulação devido à longa mobilização do navio.
“A história registrará esta missão como uma das mais operacionalmente intensas e consequentes da era moderna”, disse Cooper sobre o porta-aviões em um comunicado divulgado pelo exército americano no sábado.
Cooper também agradeceu à tripulação do Lincoln por sua “tremenda dedicação e coragem”, acrescentou o comunicado.
O porta-aviões chegou ao Oriente Médio em janeiro e, desde então, tem prestado apoio à guerra dos EUA contra o Irã, incluindo o bloqueio aos portos iranianos. Seus esforços de combate o impediram de fazer paradas em portos aliados, onde embarcações destacadas em missão costumam renovar suprimentos e permitir o descanso dos marinheiros.
A Marinha dos EUA tem feito com que seus grupos de combate de porta-aviões excedam cada vez mais a duração de mobilização recomendada pelo serviço, que é de sete meses, de acordo com uma análise da CNN sobre os anúncios de mobilização e o rastreador de frota do USNI News.
Relatos vindos do Lincoln sobre a baixa moral da tropa têm preocupado as famílias nos EUA, que questionam por que nenhuma medida foi tomada antes.
