O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, durante ato inicial de campanha eleitoral neste domingo (16), que irá combater a corrupção, caso seja eleito. Para tentar desgastar Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele citou as irregularidades envolvendo o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente e investigado pela Polícia Federal.
“É um governo marcado pela corrupção, é Mensalão, roubo do INSS, agora é o Marcolão. A corrupção chegou dentro do gabinete do Lula”, prosseguiu
A expressão Marcolão surgiu em referência a Marco Aurélio Santana Ribeiro. Conhecido como Marcola, ele era assessor pessoal de Lula na Presidência e recebeu empréstimo de uma empresária que é suspeita de participar na corrupção do INSS.
Flávio tem investido no desvio bilionário do INSS para atacar Lula. No evento de hoje, o senador mencionou o candidato a vice-presidente em sua chapa, Alfredo Gaspar (PL-AL). Deputado federal, ele foi relator da CPMI do INSS e pediu a prisão de Lulinha. A proposta não vingou, mas o filho do presidente responde a três inquéritos na PF.
O candidato também criticou Lula pelo endividamento. Ele afirmou que o rival é o “caloteiro da esperança”. Flávio usou exemplo do cotidiano para passar a impressão de perda de poder aquisitivo. Falou que a dúzia de ovos agora tem somente 10 unidades.
