Com a aproximação da corrida eleitoral para o Palácio do Planalto, as principais lideranças do agronegócio intensificam a apresentação de suas pautas prioritárias aos candidatos.
Para a Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), o próximo chefe do Executivo terá como teste decisivo a capacidade de destravar a competitividade do setor produtivo e garantir condições para que o campo avance sem entraves burocráticos e estruturais.
O presidente da entidade, Paulo Bertolini, pontua que a desregulamentação e o corte de barreiras administrativas devem encabeçar o plano de governo dos presidenciáveis. “Primeiro, tirar as amarras que dificultam o setor produtivo avançar. E ele tem avançado numa velocidade que poderia ser até maior”, afirmou.
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Gargalos logísticos e déficit de armazenagem na pauta eleitoral
Na avaliação da Abramilho, a agenda do próximo governo precisará atacar com urgência o descompasso entre o recorde das safras e a capacidade física de escoamento e estocagem do país. Segundo o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil deve colher 360,8 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/26.
