O aplicativo do Tesouro Direto para Android e iPhone sairá do ar a partir desta segunda-feira, 17, depois de mais de oito anos de funcionamento.
O Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional criado em 2002 em parceria com a Bolsa de Valores do Brasil (B3). Ele permite que pessoas físicas comprem títulos públicos federais pela internet de forma simples. Na prática, a pessoa empresta dinheiro para o governo brasileiro e recebe esse valor de volta com juros.
De acordo com o Ministério da Fazenda, o app será desativado como parte da “construção de uma nova experiência para os investidores”, que ainda não tem data para ser apresentada.
Enquanto isso, a carteira dos investidores seguirá disponível pelo Portal do Investidor ou pelos aplicativos de bancos e corretoras credenciados a operar na plataforma.
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Operações do Tesouro Direto seguem normais
O fim do aplicativo não significará nenhuma interrupção das operações do Tesouro Direto. Por meio do Portal do Investidor, continuará sendo possível consultar a carteira, verificar a rentabilidade, comprar títulos, fazer vendas ou resgates antecipados e consultar extratos.
Por meio dos aplicativos da corretora ou do banco em que possui títulos, os investidores poderão efetuar compra ou venda antecipada e acompanhar a rentabilidade.
De acordo com o Tesouro Direto, não é necessário preencher um novo cadastro, atualizar dados ou criar nova senha por causa da mudança.
