A oposta do Osasco, Tiffany Abreu, se pronunciou pela primeira vez após a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) anunciar o banimento de mulheres trans das competições nacionais a partir da temporada 2026/27.
A jogadora de 41 anos falou após a derrota do Osasco para o Pinheiros por 3 sets a 2, neste sábado, no Ginásio José Liberatti, em Osasco. Tiffany está liberada para atuar no Campeonato Paulista.
“O voleibol é minha vida, meu trabalho. A CBV está tirando de mim tudo o que eu tenho, que é o amor pelo voleibol e a profissão que venho exercendo todos esses anos. São 10 anos no voleibol feminino. Não comecei ontem”, desabafou.
Tiffany também destacou o impacto da decisão sobre outras pessoas envolvidas com o esporte.
“Isso não afeta somente a mim. Afeta meu clube, a torcida, patrocinadores, as pessoas que se inspiram em mim, o direito de todas as pessoas trans”, afirmou.
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Tiffany promete medidas
A CBV adotou os critérios e fundamentos da Política de Proteção da Categoria Feminina do Comitê Olímpico Internacional (COI), publicada em março deste ano. A política prevê a verificação de elegibilidade por meio de testagem e triagem do gene SRY, com ressalvas para condições excepcionais previstas pela entidade.
