Usinas nucleares desligadas. Colheitas realizadas às 3 da manhã. Atrações turísticas icônicas fechando mais cedo.
As temperaturas escaldantes estão forçando medidas drásticas na Europa, onde ondas de calor sucessivas pressionam uma economia já sob pressão das tarifas dos EUA, da concorrência chinesa e dos preços mais altos de energia em razão da guerra no Irã.
A Nuclearelectrica, produtora nuclear estatal da Romênia, começou a desconectar seu único reator operacional da rede elétrica na quinta-feira devido aos níveis recordes de baixa das águas do Danúbio, essenciais para o resfriamento de seus equipamentos, confirmou a empresa à CNN.
China cria novos modelos e avança na previsão do tempo com uso de IA
Ambientalistas questionam instalação de data center na Amazônia
EUA querem adicionar 14 itens em tarifas de metais, com alíquota de 25%
O país declarou estado de emergência energética durante todo o mês de agosto e pediu a empresas e residências que reduzissem voluntariamente o consumo, informou a Reuters.
Em outros países, França e Hungria tiveram de reduzir a produção nuclear devido aos baixos níveis dos rios e às altas temperaturas. As condições de seca também estão alimentando incêndios florestais devastadores e custosos, além de reduzir a produtividade das colheitas, ameaçando elevar os preços dos alimentos.
